
Um cara excepcional, uma vida surreal. É disso que se trata o livro "O bandido que sabia latim" - a biografia de um dos maiores poetas brasileiros, Paulo Leminski. Rico em detalhes que vai desde a infância até a idade adulta, passando por todos os percalços e glórias da vida do poeta, o livro nos envolve de tal forma que acreditamos, em certos momentos, que podemos mudar o curso da história, e projetar um novo final para a vida de alguém que foi tão marcante, que era puro sentimento em tudo o que realizava.
A LUA NO CINEMA
A lua foi ao cinema,
passava um filme muito engraçado,
a hitória de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
- Amanheça, por favor!
A lua foi ao cinema,
passava um filme muito engraçado,
a hitória de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena!
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
- Amanheça, por favor!
Mima, é você? Adorei ver Leminski por aqui, adoro os poemas dele. Adorei o blog, beijocas, Cris
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